Dara promove programação especial para a Semana do Assistente Social

O assistente social desempenha um papel fundamental na sociedade, buscando promover acesso a direitos e à justiça social. Sua importância reside no fato de que ele atua como um agente de transformação, desempenhando um papel crucial na articulação de redes de apoio e na sensibilização para expressões da questão social, estimulando a participação cidadã e fortalecendo o tecido social.

Pensando nisso, na semana do dia 15 de maio, dia do Assistente Social, o Instituto Dara promoveu três dias de atividades com palestras de convidados para lá de especiais. O evento foi realizado no Espaço do Conhecimento – Sala Dr. Luis Carlos Vieira Teixeira.

No dia 15, segunda-feira, a programação de abertura se iniciou com falas de nossa fundadora e Presidente do Conselho, Vera Cordeiro, e da Líder do Atendimento e assistente social, Cristina Pereira. Em seguida, Priscila Castro (abaixo), assistente social e integrante da área de Expansão do Dara, deu uma aula sobre “A Política Nacional de Assistência Social e os desafios para o trabalho profissional do assistente social no pós-pandemia”, destacando as dificuldades enfrentadas pelos profissionais após anos de atendimento remoto em virtude da pandemia de Covid-19.

Já na terça-feira, 16 de maio, o dia começou com a palestra Indicadores de Cidadania”, promovida por Rita Brandão, Diretora do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase). Rita, na foto abaixo, explicou sobre os principais indicadores utilizados nas bases de dados do instituto, além de direitos do cidadão e cidadania ativa.

“Às vezes, as pessoas deixam de reivindicar as coisas porque estão com o olhar focado num só lugar. É preciso se unir à luta e fazer com que os direitos cheguem a todo mundo”, disse a diretora do Ibase.

Em seguida, Charles Toniolo, professor da Escola de Serviço Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) apresentou a palestra “Instrumentalidade e Serviço Social”. O evento buscou definir o trabalho do serviço social em três etapas: conhecimento, instrumentalidade e intervenção. 

“Nós, assistentes sociais, somos historiadores da vida presente. Quando escrevemos, estamos contando como se vive, como é o mundo em 2023. Temos muito a dizer sobre o mundo, sobre as relações das pessoas, e precisamos sistematizar isso para além de uma resposta institucional, mas para estimular o conhecimento”, explicou o professor.

Para encerrar o dia, Tânia Dahmer, assistente social e professora que trabalhou na Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e na Universidade Federal Fluminense (UFF), e Tatiana Fonseca, servidora da Secretaria Municipal de Assistência Social (SMAS), promoveram um painel de experiências sobre O trabalho do assistente social nas políticas públicas”.

Charles Toniolo (acima) é doutor em Serviço Social e professor da Escola de Serviço Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Na foto abaixo, Tânia (à esquerda) e Tatiana (à direita) encerraram a programação do dia 16 com o painel “O trabalho do assistente social nas políticas públicas”.

O papel do serviço social para com a população

Na manhã do dia 19, último dia do evento, o instituto recebeu a visita de Celeste Moreira, assistente social do Departamento Geral de Ações Socioeducativas (Degase), Lucimar Correa, da São Martinho, que promoveram, junto à Laura Motta, assistente social do Instituto Dara, o painel O trabalho do assistente social com crianças e adolescentes na cidade do Rio de Janeiro”.

A conversa procurou debater os aspectos sociais que afetam a vida de crianças e adolescentes brasileiras, especialmente periféricas, como a falta de acesso à saúde e educação, e o papel do assistente social neste cenário. É a partir da oferta de educação e afins que o adolescente consegue identificar e realizar uma lógica de escolha crítica para os caminhos da vida. O nosso trabalho, hoje, é defender o lugar que o adolescente pode ocupar na sociedade, de que direitos pode dispor”, explicou Celeste.

Abaixo, Lucimar Correa (esquerda), Laura Motta (centro) e Celeste Moreira (direita).

No período da tarde, Alan Rondinely, aluno do projeto Conect@dos, fez a apresentação de duas poesias especiais em homenagem aos jovens atendidos diariamente pela equipe de assistentes sociais do Dara. Para complementar, a chef Maristella Sodré promoveu uma oficina de turbantes especial para a equipe e convidados.

Para encerrar a programação, o Instituto Dara recebeu Marcella Gavinho (abaixo), Coordenadora de Projetos Sociais no CIEDS, com a palestra “A importância da Assistência Social nas diferentes etapas do desenvolvimento humano”. A apresentação realizou uma análise da promoção do acesso a direitos e o vínculo entre o serviço social e a população atendida. “Quando a gente promove o acesso ao direito, promovemos a essa família uma ação transformadora para buscar autonomia”, explicou Marcella.

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